Garantir a conformidade regulatória na qualificação de equipamentos e áreas de armazenagem vai muito além de um simples monitoramento. Não se faz qualificação térmica com qualquer termômetro — a precisão e a confiabilidade dos dados dependem diretamente da qualidade e do rigor tecnológico do hardware utilizado.
Utilizar instrumentos inadequados pode comprometer relatórios inteiros, gerando não conformidades em auditorias da Anvisa e riscos à integridade de produtos sensíveis.
Abaixo, destacamos os três pilares tecnológicos essenciais para uma qualificação segura e eficiente.
1. Alta Resolução e Baixa Incerteza de Medição
Em processos críticos, a margem de erro precisa ser a menor possível. Sensores de alta performance — como os termorresistores do tipo PT100 e termistores de precisão — garantem leituras estáveis com incertezas mínimas.
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Confiabilidade nos dados: Quanto menor a incerteza de medição, mais seguro é o diagnóstico da distribuição térmica do equipamento ou ambiente.
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Resolução adequada: Permite identificar variações milimétricas de temperatura que sensores comuns ignoram.
2. Taxa de Amostragem Ajustada a Processos Críticos
A oscilação de temperatura em um ambiente pode acontecer em questão de segundos — seja por abertura de portas, falhas de compressores ou ciclos de degelo.
Sensores e dataloggers modernos permitem configurar taxas de amostragem em intervalos curtos (ex.: a cada 1 a 5 minutos). Essa coleta contínua captura transientes térmicos que um termômetro tradicional de máxima e mínima jamais registraria.
3. Rastreabilidade e Calibração RBC (Inmetro)
De nada adianta ter o hardware mais avançado do mercado se as medições não forem juridicamente e tecnicamente válidas.
Todo sensor e datalogger utilizado no processo de qualificação deve possuir certificado de calibração rastreável à RBC (Rede Brasileira de Calibração), emitido por laboratório acreditado pela CGCRE/Inmetro. Esse requisito garante que o padrão utilizado na medição segue os mais altos critérios nacionais e internacionais.
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A escolha correta de sensores e dataloggers é o primeiro passo para emitir relatórios de qualificação robustos e sem riscos em auditorias. Conte com tecnologias de ponta e instrumentação calibrada para assegurar a qualidade de ponta a ponta.